terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Redes Neurais Artificiais


Os trabalhos relacionados as Redes Neurais Atrificiais, que também pode ser denominadas apenas de Redes Neurais, tem se motivado principalmente devido ao reconhecimento da comunidade acadêmica de que o cérebro humano consegue processar informações de maneira diferente a de um sistema computacional. Desta forma de acordo com (HAYKIN,2001) pode-se dizer que o cérebro representa um sistema de processamento de informação altamente complexo, não-linear e paralelo.

 
Uma Rede Neural Artificial corresponde a um processador disposto paralelamete distribuído, sendo composto por uma unidade de processamento simples. Esta unidade de processamento simples tem a capacidade de armazenar conhecimentos adquiridos através de experiências e também de torná-los disponíveis para uso. Desta forma pode-se afirmar que as Redes Neurais Artificiais se assemelham ao cérebro humano por dois aspectos[HAYKIN,2001]:
  • O processo de conhecimento adquirido pela Rede Neural Artificial é obtido levando em consideração o ambiente de aplicação e também a sua forma de aprendizado;  
  • A intensidade das conexões entre os neurônios, que na Rede Neural Artificial é representado pelos pesos sinápticos, também são utilizados para a aquisição do conhecimento adquirido.  
As Redes Neurais são compostas por neurônios, ou simplesmente denominados de unidades, as quais estão conectadas de forma orientada, ou seja, a saída de determinado neurônio estará sempre vinculada a unicamente outro determinado neurônio. Outra característica importante das Redes Neurais é a presença dos pesos sinápticos para cada conexão presente em determinado neurônio, os quais estão representados por pesos numéricos.

 A figura abaixo apresenta o modelo de neurônios presentes nas Redes Neurais, o qual é composto por sinais de entrada, pesos, função Soma, função de transferência e saída. 
Modelo de Neurônio - Redes Neurais Artificiais
Entradas: Representa um conjuntos de sinapses ou elos de conexões orientadas, que são caracterizadas por um peso. De tal forma que o o sinal xj presente na entrada da sinapse j conectada ao neurônio k é multiplicado pelo peso sináptico wkj . É importante ressaltar que no peso sináptico o primeiro índice k se refere ao neurônio em questão e o índice j refere-se ao terminal de entrada da sinapse a qual o peso esta se referindo.

Função Soma: Também conhecida como função aditiva, ou somador. O somador tem a finalidade de somar os sinais de entrada, levando em consideração as respectivas sinapses do neurônio. A função soma pode ser representado pela equação: 
 
uk = ∑wkjxj

  Função de Ativação: Representa um limitador de amplitude da saída de determinado neurônio. Também pode ser denominada de função restritiva, pois restringe o intervalo permissível de amplitude do sinal de saída a um valor finito. Desta forma pode-se afirmar que a saída de amplitude normalizada de determinado neurônio é representado pelo intervalo unitário fechado [0, 1] ou de maneira alternativa [-1, 1]

Redes Neurais vem sendo utilizadas em diversos sistemas computacionais, com o objetivo de automatizar algumas tarefas que seriam dificilmente cumpridas pelos seres humanos.

Em outra oportunidade daremos continuidade aos conceitos de Redes Neurais Artificiais.

Bons Estudos!!!!!!

Abraço, 
 
 

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Conhecendo o Latex

Donald Knuth
  O TeX (pronuncia-se "tec") é um sistema de tipografia criado por Donald Knuth no final dos anos 70. O TeX também é conhecido como processador de textos, por ter sido desenvolvido para a produção de texto científico e fórmulas matemáticas.

 O LaTeX (pronuncia-se "lai-tec") é um conjunto de comandos adicionais (macros) para o TeX, desenvolvido por Leslie Lamport na década de 80.
 
O principal objetivo do TeX fundamentava-se em gerar textos com excelente representação gráfica, mas de acordo com relatos ainda com muita dificuldade de interação com o usuário. Leslie Lamport soluciona este problema com a inserção de macros mais interativos, tendo como consequencia uma maior divulgação e utilização deste sistema.

Leslie Lamport
Neste sentido o LaTeX é uma linguagem de mais fácil uso que o TeX permitindo a elaboração de textos com alta qualidade tipográfica.

O LaTeX esta sendo utilizado em larga escala no meio acadêmico para a produção de textos científicos devido sua alta qualidade tipográfica. Com o LaTeX também é possível escrever artigos, monografias, teses, livros, posters, etc.
 
  
 
 
 
O LaTeX atualmente é utilizado principalmente nas  plataformas:
Com o LaTeX é pode-se também trabalhar com fórmulas matemáticas, imagens vetoriais, listas, tabelas, índices remissivos, ambientes personalizados, apresentação de slides, etc.
 
Os procedimentos necessários para utilizar o LaTeX são:
  • Edição - Primeiramente é editado um arquivo com a extensão .tex usando a linguagem de comandos do LaTeX. Este arquivo é composto basicamente por um prêambulo e o corpo do texto.
  • Compilação - Processo que transforma o arquivo tex no formato final, geralmente PDF.
  • Visualização - O resultado final é um documento PDF para ser visualizado. 
 
Para maiores informações acessem os materiais do mini-curso "Conhecendo o Latex". Para acessar o mini-curso no sistema moodle escolha a opção visitante.
 
Fonte: LaTeX BR
 
Abraço!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
 
 
 

                                                                                                                                                                                                                                          





terça-feira, 17 de novembro de 2015

Divulgação Revista Científica

A Revista Técnica e Tecnológica: Ciência, Tecnologia, Sociedade é um periódico do Instituto Federal de Goiás, Câmpus Luziânia (IFG), visa contribuir com a divulgação e o desenvolvimento científico da comunidade acadêmica, sob responsabilidade da Gerência de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão (Geppex).

A revista, de periodicidade anual, é multidisciplinar, integra a relação ensino e pesquisa pelo diálogo entre as diversas áreas do conhecimento, publica artigos, resenhas e contribuições acadêmicas, em língua portuguesa.

O periódico é multidisciplinar, pois dialoga com as diversas áreas do conhecimento, em conformidade ao Plano de Desenvolvimento Institucional, que visa o incremento da pesquisa e ensino em benefício da comunidade local e regional.

A Revista esta em seu período de submissão de trabalhos e também esta aceitando o cadastro de avaliadores em diversas áreas do conhecimento.

Acesse o site para realizar o seu cadastro, submeter seus trabalhos e visitar a edição atual.

Abraço,

 

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Educando os Educadores



Abaixo segue a entrevista concedida por Edgar Morin para O Globo no dia 25 de outubro de 2015. Nesta entrevista são discutidos tópicos como:
  • Modelo Ideal de Educação;
  • Problemas do Modelo de Ensino Atual;
  • Conceito de Transdisciplinaridade;
  • Currículos das Escolas;
  • Sistema Brasileiro de Ensino;
Acredito ser mais uma grande experiência a respeito das diversas inquietações que permeiam a nossa sociedade a respeito da educação em todos os níveis.


O Globo: Na sua opinião, como seria o modelo ideal de educação? Edgar Morin:
A figura do professor é determinante para a consolidação de um modelo “ideal” de educação. Através da Internet, os alunos podem ter acesso a todo o tipo de conhecimento sem a presença de um professor. Então eu pergunto, o que faz necessária a presença de um professor? Ele deve ser o regente da orquestra, observar o fluxo desses conhecimentos e elucidar as dúvidas dos alunos. Por exemplo, quando um professor passa uma lição a um aluno, que vai buscar uma resposta na Internet, ele deve posteriormente corrigir os erros cometidos, criticar o conteúdo pesquisado.
É preciso desenvolver o senso crítico dos alunos. O papel do professor precisa passar por uma transformação, já que a criança não aprende apenas com os amigos, a família, a escola. Outro ponto importante: é necessário criar meios de transmissão do conhecimento a serviço da curiosidade dos alunos. O modelo de educação, sobretudo, não pode ignorar a curiosidade das crianças.

O Globo: Quais são os maiores problemas do modelo de ensino atual? Edgar Morin:

 O modelo de ensino que foi instituído nos países ocidentais é aquele que separa os conhecimentos artificialmente através das disciplinas. E não é o que vemos na natureza. No caso de animais e vegetais, vamos notar que todos os conhecimentos são interligados. E a escola não ensina o que é o conhecimento, ele é apenas transmitido pelos educadores, o que é um reducionismo. O conhecimento complexo evita o erro, que é cometido, por exemplo, quando um aluno escolhe mal a sua carreira. Por isso eu digo que a educação precisa fornecer subsídios ao ser humano, que precisa lutar contra o erro e a ilusão.

O Globo: O senhor pode explicar melhor esse conceito de conhecimento? Edgar Morin:

Vamos pensar em um conhecimento mais simples, a nossa percepção visual. Eu vejo as pessoas que estão comigo, essa visão é uma percepção da realidade, que é uma tradução de todos os estímulos que chegam à nossa retina. Por que essa visão é uma fotografia? As pessoas que estão longe são pequenas, e vice-versa. E essa visão é reconstruída de forma a reconhecermos essa alteração da realidade, já que todas as pessoas apresentam um tamanho similar.
Todo conhecimento é uma tradução, que é seguido de uma reconstrução, e ambos os processos oferecem o risco do erro. Existe outro ponto vital que não é abordado pelo ensino: a compreensão humana. O grande problema da humanidade é que todos nós somos idênticos e diferentes, e precisamos lidar com essas duas ideias que não são compatíveis. A crise no ensino surge por conta da ausência dessas matérias que são importantes ao viver. Ensinamos apenas o aluno a ser um indivíduo adaptado à sociedade, mas ele também precisa se adaptar aos fatos e a si mesmo.

O Globo: O que é a transdisciplinaridade, que defende a unidade do conhecimento? Edgar Morin:

As disciplinas fechadas impedem a compreensão dos problemas do mundo. A transdisciplinaridade, na minha opinião, é o que possibilita, através das disciplinas, a transmissão de uma visão de mundo mais complexa. O meu livro “O homem e a morte” é tipicamente transdisciplinar, pois busco entender as diferentes reações humanas diante da morte através dos conhecimentos da pré-história, da psicologia, da religião. Eu precisei fazer uma viagem por todas as doenças sociais e humanas, e recorri aos saberes de áreas do conhecimento, como psicanálise e biologia.

O Globo: Como a associação entre a razão e a afetividade pode ser aplicada no sistema educacional? Edgar Morin:

É preciso estabelecer um jogo dialético entre razão e emoção. Descobriu-se que a razão pura não existe. Um matemático precisa ter paixão pela matemática. Não podemos abandonar a razão, o sentimento deve ser submetido a um controle racional. O economista, muitas vezes, só trabalha através do cálculo, que é um complemento cego ao sentimento humano. Ao não levar em consideração as emoções dos seres humanos, um economista opera apenas cálculos cegos. Essa postura explica em boa parte a crise econômica que a Europa está vivendo atualmente.

O Globo: A literatura e as artes deveriam ocupar mais espaço no currículo das escolas? Por quê? Edgar Morin:

Para se conhecer o ser humano, é preciso estudar áreas do conhecimento como as ciências sociais, a biologia, a psicologia. Mas a literatura e as artes também são um meio de conhecimento. Os romances retratam o indivíduo na sociedade, seja por meio de Balzac ou Dostoiévski, e transmitem conhecimentos sobre sentimentos, paixões e contradições humanas. A poesia é também importante, nos ajuda a reconhecer e a viver a qualidade poética da vida. As grandes obras de arte, como a música de Beethoven, desenvolvem em nós um sentimento vital, que é a emoção estética, que nos possibilita reconhecer a beleza, a bondade e a harmonia. Literatura e artes não podem ser tratadas no currículo escolar como conhecimento secundário.

O Globo: Qual a sua opinião sobre o sistema brasileiro de ensino? Edgar Morin:

O Brasil é um país extremamente aberto a minhas ideias pedagógicas. Mas, a revolução do seu sistema educacional vai passar pela reforma na formação dos seus educadores. É preciso educar os educadores. Os professores precisam sair de suas disciplinas para dialogar com outros campos de conhecimento. E essa evolução ainda não aconteceu. O professor possui uma missão social, e tanto a opinião pública como o cidadão precisam ter a consciência dessa missão.

Mini-Currículo de Edgar Morin:

Pesquisador emérito do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique). Formado em Direito, História e Geografia, realizou estudos em Filosofia, Sociologia e Epistemologia. Autor de mais de trinta livros, entre eles: O método (6 volumes), Introdução ao pensamento complexo, Ciência com consciência e Os sete saberes necessários para a educação do futuro.
Durante a Segunda Guerra Mundial, participou da Resistência Francesa.
É considerado um dos principais pensadores contemporâneos e um dos principais teóricos da complexidade.


Obrigado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Tecnologias de Redes Sem Fio


Nos últimos anos o avanços tecnológicos nos meios de comunicação de dados, possibilitou o surgimento e avanço de novas tecnologias capazes de atender a real necessidade de seus usuários, tanto na esfera particular, tanto na organizacional. Uma destas tecnologias que tem sido largamente utilizada tanto em ambientes privados, tanto em ambientes públicos é a comunicação sem fio, a qual esta presente em diversas tecnologias de transmissão de dados. Desta forma a comunicação de dados sem fio deixa de existir apenas em ambientes de longas distâncias, feitas por satélites, mas passa a fazer parte de ambientes locais, ou seja, possibilitando a comunicação sem fio entre computadores e dispositivos móveis.

O IEEE(Institute of Electrical and EletronicsEngineers) em 1990 designou que um grupo de pesquisadores elaborassem um padrão aberto da comunicação sem fio, com a finalidade de propagar a utilização desta comunicação em diversos níveis, tanto para fontes de pesquisas, tanto no mercado de tecnologias de transmissão de dados. O resultado deste projeto é o surgimento do Padrão IEEE 802.11, que inicialmente suportava uma taxa de transferência de dados muito baixa, em torno de Kbps, sendo que atualmente algumas tecnologias de comunicação sem fio podem atingir até 600Mbps.

O padrão IEEE 802.11 define uma arquitetura para as Redes Locais de Computadores Sem Fio(Wireless Local Area Network) que abrange os níveis físico e de enlace, presentes no modelo de referência de comunicação OSI. Sendo que para o nível físico é tratado apenas as transmissões com frequência de rádio(RF) e infravermelho(IR), mas também podendo ser levado em considerações outras formas de comunicação sem fio, por exemplo microondas e laser. Para o nível de enlace é tratado o controle de acesso ao meio, através da definição do protocolo MAC(Media Access Control).

Levando em consideração as principais características do padrão IEEE 802.11, que são: Interoperabilidade, baixo custo, grande demanda de mercado, confiabilidade de execucação de projeto, verifica-se o grande crescimento da utilização principalmente das Redes Locais de Computadores Sem Fio, também denominadas de Redes Wireless, em ambientes públicos e privados. Isto faz com que as Redes Wreless tem se tornado um recurso prioritário em ambientes, em que se deseja na maioria das vezes possibilitar o acesso a Internet, seja dentro de coorporações, em residências ou em ambientes públicos, como shoppings, aeroportos e etc.

A arquitetura da Redes Wireless de acordo com o padrão IEEE 802.11, se baseia na divisão da área coberta pela Rede Wireless em células, sendo estas células denominadas de BSA(Basic Service Area). O tamanho da cobertura de cada BSA dependerá exclusivamente das características do próprio ambiente e da potência dos seus respectivos transmissores e receptores, utilizados nos dispositivos computacionais. Abaixo são listados os demais componentes da arquitetura de Redes Wireless, e na figura 1 apresenta um exemplo de ambiente de Redes Wireless:
  • BSS(Basic Service Set): Denominado Conjunto Básico de Serviço, representa o conjunto de dispositivos computacionais que se comunicam por radiodifusão(RF) ou infravermelho(IR) dentro de uma Basic Service Area;
  • AP(Access Point): Denominado Ponto de Acesso, representa dispositivos computacionais específicos, que possuem a finalidade de capturar as transmissões realizadas por dispositivos computacionais pertencentes a sua BSA(Basic Service Area), as quais se destinam a estações pertencentes a outra Basic Service Area. O Access Point por sua vez, realizará a retransmissão utilizando um sistema de distribuição;
  • Sistema de Distribuição: Representa uma infra-estrutura de comunicação, que tem a finalidade de realizar a interligação de diversas Basic Service Area para permitir a construção de redes, as quais possuem coberturas maisores que uma célula;
  • ESA(Extended Service Area): Denominada Área de Serviço Extendida, que possui a finalidade de interligar vários BSAs, através do Sistema de Distribuição utilizando o Access Point;
  • ESS(Extended Service Set): Denominado Conjunto de Serviço Extendido, o qual tem a finalidade de respresentar um conjunto de dispositivos computacionais constituído pela união de vários BSSs(Basic Service Set) conectados por um Sistema de Distribuição.

    Wlan2.png
    Figura1: Arquitetura de Redes Sem Fio

O padrão IEEE 802.11 também define um protocolo de acesso ao meio, o qual esta presente em uma subcamada MAC do nível de enlace de dados. Este protocolo recebe o nome DFWMAC(Distributed Foundation Wireless Medium Access Control), que possui doi métodos de acessos, sendo um deles de característica distribuída e obrigatório. O outro método de acesso do protocolo DFWMAC é opcional possuindo característica centralizada, podendo de acordo com o padrão IEEE coexistir tanto o método distribuído, tanto o método centralizado no sistema de comunicação. O protocolo de acesso ao meio também possui a propriedade de tratar problemas relacionados a dispositivos computacionais que tentam se deslocar de uma célula para outra, processo este denominado de roaming. Também esta relacionado ao protocolo de acesso ao meio a propriedade de tratar problemas de dispositivos computacionais perdidos, podendo ser denominados de hidden node.

O mecanismo básico de controle de acesso ao meio pelo protocolo DFWMAC é representado na figura 2, em que pode-se observar que um determinado dispositivo computacional dentro de uma Basic Service Area, com a intenção de realizar uma determinada transmissão, possui seu pacote dividido em quadros. Este dispositivo computacional somente realizará a transmissão dos quadros, caso o meio de transmissão estiver livre por um período mínimo de tempo, denominado de IFS(Inter Frame Space). Neste sentido o protocolo DFWMAC define três prioridade de acesso ao meio, que são descritas a seguir:
  • DIFS(Distributed Inter Frame Spacing): Representa espaços entre os quadros da DCF(Distributed Coordination Function), que indica o maior tempo de espera para transmitir os dados. O DIFS possui prioridade baixa;
  • PIFS(Priority Inter Frame Space): Representa espaços entre quadros da PCF(Point Coordination Function), que representa um tempo de espera entre um DIFS e SIFS. Esta propriedade será utilizada para o serviço de acesso com retardo, de tal forma que o Access Point que controla os nós de uma BSA, deverá esperar um tempo FIPS para acessar o meio. O PIFS possui prioridade média;
  • SIFS(Short Inter Frame Space): Esta propriedade é utilizada para transmissão de quadros, os quais possuem respostas imediatas, por exemplo ACK. O SIFS possui prioridade alta.
    Figura 2: Controle de Acesso ao Meio - Protocolo DFWMAC


A partir da presença de um padrão de Redes Wireless e com a avanço das tecnologias capazes de acessar dados de forma rápida, a qualquer momento e em qualquer lugar, pode-se notar a importância de se ter um melhor conhecimento do funcionamento, gerenciamento e segurança destas redes.


Para maiores conhecimentos sobre Redes Sem Fio, acessem o link.





Obrigado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 7 de julho de 2015

Atraso do Brasil na Educação a Distância




A Educação a Distância tem sido bastante utilizada em cursos superiores, técnicos e de capacitação em organizações. Esta modalidade de ensino se norteia em atingir a necessidade de concretizar a obrigatoriedade do Estado em disponibilizar ensino para todo cidadão brasileiro. A Educação a Distância tem o objetivo neste sentido de atender os estudantes que não tem a possibilidade de realizar um determinado curso de forma presencial, fornecendo ao aluno toda a qualidade do processo de ensino e aprendizagem reconhecido na modalidade presencial.

O grande desafio de pesquisadores, gestores e políticos é organizar planos, projetos e legislações que proponham cursos na modalidade de Educação a Distância que tenham qualidade de ensino para seus alunos, sendo necessário para isto uma legislação clara e objetiva e a capacitação dos profissionais que irão se dispor a trabalharem neste novo ambiente de ensino aprendizagem.

Em relação a esta situação no Brasil segue abaixo alguns relatos de políticos e gestores a respeito do atual contexto brasileiro no que se diz respeito ao ensino a distância e quais as possíveis tendências no Brasil, de acordo com a Agência Senado.

" É irreversível a tendência de aprendizagem a distância, mas o Brasil está atrasado em termos legislativos e práticos no assunto. Essa foi a conclusão dos debatedores que participaram de audiência pública sobre a implementação do ensino online no Brasil realizada pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) nesta quarta-feira (16).

Requerida pelos senadores Cristovam Buarque (PDT-DF) e Cyro Miranda (PSDB-GO), presidente da comissão, a audiência reuniu especialistas em tecnologia e educação para tratar do tema. O professor e assessor do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Formiga, afirmou que o Brasil tem implementado a educação a distância num ritmo muito aquém do necessário.

O atraso do país no uso das novas tecnologias para a educação também foi confirmado pelo consultor em projetos educacionais, Edelvício Souza Júnior. Segundo o consultor, o modelo de escola e de educação brasileiras ainda é o mesmo do tempo de nossos avós.

Para o assessor do Ministério da Educação, Rubens de Oliveira Martins, o governo quer usar a educação a distância como estratégia no ensino superior até mesmo para alcançar as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), como diminuir as desigualdades de acesso a esse nível de ensino.

Formiga criticou o excesso de legislação educacional no país, que, segundo ele, tem 70 mil leis, somando os três níveis: federal, estadual e municipal. Para ele, o excesso de legislação não é sinônimo de qualidade. O professor criticou o PNE, que classificou como perverso na questão da educação a distância. Ele também criticou as demais normas relativas ao assunto, como uma portaria do MEC que determina que apenas 20% da carga horária de cursos superiores possam ser a distância.

O senador Cyro Miranda também criticou o fato de o PNE para o período de 2010 a 2020 ter sido aprovado apenas em 2014. Ele falou que algumas metas do plano deveriam ser obrigatoriedades, como a expansão do ensino integral, por exemplo.

Os Cursos Massivos Abertos Online (Mooc’s, na sigla em inglês) foram citados pelos debatedores como o caminho para a expansão da educação a distância no Brasil. O Mooc, que surgiu nos Estados Unidos em 2011 e começou no Brasil em 2012. Ele é um curso gratuito, online e feito para um número ilimitado de alunos.

Segundo o assessor do MEC, 29% dos cursos de educação superior no país são a distância e, de acordo com o consultor Edelvício Souza, apesar do atraso brasileiro no uso da educação a distância, 15% dos universitários já fazem curso online no país.

Para o diretor-geral da MGB Serviços e Computadores, Mauro Farias Dutra, o Mooc tem a possibilidade de quebrar o ciclo vicioso de professores mal pagos porque são pouco qualificados. Ele defendeu a proposta do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) de federalizar a educação básica.

Dutra também defendeu a chamada “Educação Blended”, que mistura o ensino presencial com o ensino a distância, utilizando os Mooc’s, e a qualificação dos professores para o uso da tecnologia na educação. Para o empresário, deveria haver um modelo de escola digital em que o ensino seria feito em período integral com um turno na escola e outro turno em casa com o auxílio dos Mooc’s.

Na opinião de Cristovam, é preciso haver uma revolução na educação brasileira para que ela seja online."

Para maiores informações acesse o link.

Abraço,

terça-feira, 30 de junho de 2015

Caso Real de Equipe Ágeis e Entrega de Produtos

A postagem de hoje apresente um caso real de aplicação da Metodologia Ágil e após um determinado cescimento da empresa empregou-se a metodologia para a entrega rápida de produtos. A matéria a seguir é extremamente importante para gestores que estão com dificuldades em tornar ágil o negócio principalmente pelo crescimento de seus negócios. O artigo a seguir foi escrito por Fernando de La Riva e Victor Lima, sendo o primeiro Diretor Executivo da Concrete Solutions e o segundo Gerente da área Mobile da Concrete Solutions.

" A Concrete Solutions iniciou suas atividades em 2001. Cinco anos depois, após muito aprendizado e a partir de experiências empíricas e níveis muito baixos de sucesso utilizando o modelo cascata, chegaram à conclusão de que deveriam adotar métodos ágeis para seus projetos ou então seria melhor fechar a empresa. Desde então, aprenderam, evoluíram e iteraram seus conceitos e a prática de ágil muitas vezes, seguindo sempre o que dita a metodologia.

O crescimento

Com o crescimento da empresa nos últimos anos, identificamos a necessidade de realizar algumas alterações em nossa estrutura organizacional. Neste cenário, chegamos ao desafio de como escalar uma estrutura ágil de desenvolvimento de software que consiga abranger mais de 50 equipes, seja auto-organizada e que tenha poucos níveis hierárquicos, sem interferir na qualidade e cultura.

Diante deste cenário, buscamos as opções já estudadas pelo mercado e encontramos algumas iniciativas, como as que foram comparadas por Richard Dolman e Steve Spearman. Dolman e Spearman falam de no mínimo sete métodos: Scrum of Scrums (SoS), Large Scale Scrum (LeSS), Scaled Agile Framework (SAFe), Discipled Agile Delivery (DAD), Drive Strategy Deliver More (DSDM), Recipes for Agile Governande (RAGE), Scrum at Scale e, por fim, o método que mais nos interessou, nomeado de "Spotify Model". Nossa percepção é que os outros seis modelos propostos têm uma teoria bem fundada, mas são pouco práticos. Para a Concrete Solutions, o que serviu de inspiração foi o modelo do Spotify, que explicaremos em detalhes a seguir.

Histórico

Quando iniciamos, nossa prática era baseada em equipes de engenharia que respondiam diretamente a um sócio. Neste experimento, o papel de Product Owner (PO) ficava a cargo dos nossos clientes. Oferecíamos uma equipe multidisciplinar e o cliente coordenava essa equipe e o produto a ser desenvolvido. Entretanto, a falta de uma estrutura de produto formal na maior parte das empresas acabou se tornando um desafio, porque sobrecarregava o sócio que precisava administrar inúmeros backlogs, além de desempenhar o papel de Scrum Master. Neste período, passamos também a ter mais contato com algumas referências de produto e chegamos à conclusão de que a nossa função é a gestão ágil de produtos, não apenas a organização de equipes multidisciplinares.

Era a hora de adotar o papel de PO e trabalhar com ele dentro da equipe. Passamos, então, da prática de engenharia (experimento 1) a uma prática de produto (experimento 2), como exposto na figura a seguir.
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O modelo funcionou bem até determinado número de pessoas. Com o aumento da equipe e o surgimento novos projetos, as figuras dos POs e dos sócios ficaram sobrecarregadas com tantas referências e com a necessidade de apoiar a melhoria continuada das pessoas e das equipes e tivemos que procurar uma forma de escalar a estrutura até chegarmos no modelo do Spotify.

Em linhas gerais, o experimento 1 mostrou uma escalabilidade de células de até 20 pessoas e o experimento 2 de até 50 pessoas. Uma variável que também foi modificada no segundo experimento foi a quase totalidade de equipes com integração e publicação contínuas e o uso extensivo de testes automatizados. Essa melhoria de fluxo e diminuição do lote também permitiu que a estrutura do experimento 2 escalasse mais.

Visão Geral

As células base da Concrete atualmente são quatro práticas, mostradas na figura a seguir e determinadas por domínio tecnológico ou critério geográfico, uma vez que temos escritório no Rio e em São Paulo. São elas:
  • Cloud;
  • Web/API São Paulo;
  • Web/API Rio e Mobile.
A ideia é que cada uma dessas células tenha uma área de produto e uma área de engenharia. Os integrantes de cada célula não precisam necessariamente estar no mesmo lugar, são razoavelmente autoorganizados e autogeridos e usam as mesmas tecnologias.
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No contexto atual da Concrete, todas as células têm pelo menos um sócio responsável pela área de produto e/ou engenharia. Note que a célula de "Cloud" não é dividida e isso acontece porque a computação na nuvem não gera um produto, mas ajuda no desenvolvimento dele.

Equipe base

A Concrete Solutions vende equipes multidisciplinares que têm o objetivo de desenvolver e evoluir um produto para um cliente. Para que possamos ser efetivos nesse posicionamento, temos que garantir que um conjunto mínimo de papéis esteja sempre incluído na equipe. Essa equipe pode sofrer algumas variações dependendo da necessidade ou não de desenvolvimento de uma API ou de tecnologias envolvidas. A seguir, temos um exemplo de equipe de desenvolvimento móvel padrão. Dentro do possível, tentamos manter as equipes trabalhando juntas durante um longo período de tempo (equipes estáveis).

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Detalhamento da estrutura

Considerando que as práticas são divididas em Produto e Engenharia, (Web e API SP, Web e API RJ e Mobile), surgem dois papéis de gerenciamento para cada uma delas. O primeiro deles é o Product Manager (PM), que é o responsável por gerir todos os POs da prática e a área de produto como um todo. O Chefe de Engenharia cuida do restante da equipe, formado pelos desenvolvedores, Scrum Master, DevOps, UX e o QA. Na figura a seguir, veja a representação gráfica dessa organização:


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O grupo de pessoas que desenvolvem a mesma função formam um capítulo, grupo horizontal, que também se relaciona entre si e tem seus processos de desenvolvimento. Normalmente temos o capítulo de UX, de QA, de desenvolvedores em geral (Android, iOS, etc), de Scrum Master e de DevOps (este último representado pela prática de Cloud e Devops).

Dentro do capítulo geralmente surge uma ou mais figuras de destaque, chamadas de "chapter leads" ou "líderes de divisão", que são aqueles que têm mais fluência em uma área técnica do domínio do grupo, compartilham conhecimento e nivelam todos os membros. Por exemplo, nas equipes de desenvolvimento móvel temos um líder de capítulo de Android, um líder de capítulo de iOS, etc. Este papel tem um caráter de "professor", mas não de gerente.

Neste ponto, lembramos que existe uma prática de DevOps, que chamamos de "Cloud", na qual o líder de divisão é o Chefe de Engenharia. Uma informação relevante que vale a pena destacar é o papel de UX, que na prática responde tanto para a área de produto (uma vez que participa dos processos de produto e descoberta do cliente) como para a área de engenharia.

No próximo passo, o PM responde para um Chefe de Produto, que fica um nível hierárquico acima, mas comanda também um grupo de POs. Na figura a seguir, destacamos também o surgimento do líder de capítulo, que é o responsável por coordenar e direcionar todos os membros do capítulo do qual faz parte.


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Visão de escalabilidade

Finalmente, como escalar? Basicamente, a escalabilidade é uma questão simples de números. Com essa estrutura definida, podemos chegar até a 8 POs para um PM. Informalmente, chamamos nossas equipes de "equipes de pizza", aqueles que podemos alimentar com uma pizza (ou seja, oito posições). Se um PM chega até 8 POs, com até 10 pessoas nas equipes abaixo de cada PO, podemos ter até 80 pessoas abaixo de um PM.
Entretanto, destacamos que o número de oito equipes abaixo de um Chefe de Engenharia pode ser um pouco alto. Depende do nível de fluência de cada equipe e do nível de complexidade de cada projeto. Entretanto, nosso cálculo nos leva a até 80 pessoas por prática, o que na Concrete equivale a um total de 240 pessoas.

Quando chegarmos a esse número é a hora de criar novas práticas, novos sites e as figuras de diretor de produto, que será o responsável por todos os PMs, e do diretor de engenharia, que cuidará dos heads de engenharia. Acreditamos que o último nível seria a criação de um VP de produto, afinal nossa preferência é manter poucos níveis hierárquicos.

Fluência das equipes

Com base na evolução e aprendizado das nossas próprias equipes, chegamos a um modelo de maturidade que se aplica na companhia como um todo, equipe a equipe, para tentar manter a garantia de qualidade. Chamamos esse modelo de "4Ps": Práticas, Papéis, Plataformas e Produto e, em resumo, significa que para fazer um produto digital de sucesso é preciso que 7 papéis (PO, Scrum Master, UX, QA, Desenvolvedores, DevOps e Growth Hacker) apliquem 9 práticas (engenharia ágil, user experience, growth hacking, descoberta de produto/cliente, execução de produto, métricas, QA, governança e cultura e organização) usando uma plataforma que envolva as melhores ferramentas para descobrir, desenvolver, entregar, testar, deployar e monitorar. Veja na figura a seguir:


4Ps.jpg

Para medir o nível de fluência das equipes, aplicamos o modelo de maturidade de forma periódica. Primeiro, avaliamos os papéis. A equipe tem todos os papéis? Os papéis têm níveis de senioridade adequados? É um questionário simples e fazemos quase que intuitivamente. Depois, é hora de avaliar se as práticas estão sendo cumpridas, e práticas e plataforma são acertadas ao mesmo tempo, em paralelo. Afinal, não tenho como testar sem saber fazer integração contínua, entrega contínua, etc. Todas essas variáveis geram uma nota, ou um nível de fluência, que vai de zero a quatro.
Mas é claro que cada membro da equipe é avaliado de forma individual, considerando também o modelo de maturidade. Dois exemplos que valem a pena serem ressaltados são: a avaliação do Product Owner, que passa por seis "áreas"; e do Scrum Master, avaliado em cinco instâncias. Enquanto o primeiro é medido pela fluência na área de domínio, marketing / analytics, UX e engenharia, além de ágil e lean, o Scrum Master é avaliado considerando engenharia, capacidade de facilitação do framework Scrum, remoção de impedimentos e governança e política, além, é claro, de ágil, conforme figura a seguir.


Avaliação PO e SM.jpg

Evolução do modelo

Ainda estamos conversando bastante sobre as atividades de sincronização e gestão da interdependência de projetos. Afinal, temos clientes com portfólios de produtos web e mobile, que misturam equipes, POs e Heads de engenharia. No nível em que estamos, ainda conseguimos manter muitas conversas "one to one", tanto entre os mesmos papéis quanto entre os gestores. Mas ao chegar em um número mais elevado de pessoas pode ser que esse esquema não funcione mais.

Também temos uma questão importante de cultura. Quando os capítulos são menores é mais fácil passar conhecimento por meio de Hangouts, eventos, conversas informais e até em happy hours. Conforme a equipe vai crescendo essa facilidade vai diminuindo pouco a pouco e teremos que pensar em novas práticas para compartilhar conhecimento e nivelar as equipes."

Conclusão

Assim como o Spotify anunciou logo no início de seu artigo, evoluímos rápido. Esse texto é uma análise do nosso modo de trabalho atual, que está em constante transformação e aprendizado. Pode ser que quando você leia esse texto alguma coisa já tenha mudado.

Ficou alguma dúvida, tem alguma sugestão ou gostaria de aprender mais sobre esse tema? Fale com a gente! É só deixar a seguir o seu comentário. Até a próxima!

Sobre os autores

Fernando1.jpgFernando de la Riva: Diretor-executivo da Concrete Solutions, consultoria global de TI, engenheiro de computação pela PUC-RJ, especialista pela Coppead, MBA pela universidade de Columbia e mestre pela London Business School, empreendedor serial, ajudou a desenvolver mais de 24 startups de tecnologia. Fundou seis empresas, produziu uma saída, uma cratera lunar, uma aterrissagem suave e três empresas operacionais. Liberal com orgulho, flamenguista, maratonista e apaixonado por Software desde os 10 anos de idade.

Victor Lima1.jpgVictor Lima: Gerente da área mobile da Concrete Solutions e sócio-fundador da CloudRetail, Victor Lima desenvolve produtos digitais desde o século passado. Começou a trabalhar com produtos mobile em 2009 e não pretende parar mais. Acredita que métodos ágeis somados a uma boa gestão de produto podem modificar a vida das pessoas. A liderança no desenvolvimento de mais de 40 aplicativos mobile possibilitou uma boa expertise em engenharia ágil, product / customer discovery e Lean Startup. Músico nas horas vagas e baterista por opção.

Bons estudos gestores e pesquisadores.

Abraço!!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 23 de junho de 2015

Aprendizagem Ativa em Sala de Aula

A sociedade esta inserida em um momento pós revolução digital, onde os principais objetivos estão ligados a mobilidade das pessoas e a velocidade em se obter informações, seja de qualquer interesse a qualquer momento. Esta realidade pode ser observada em praticamente todos as faixas etárias da sociedade, sendo percebida quando se verifica a grande porcentagem de pessoas que possuem um dispositivo computacional móvel, ou quando se faz pesquisas para verificar a necessidade de se estar conectado na grande rede e também em alguns momentos alguns pais e mães chegam a afirmar que seus filhos já nascem com o domínio do mauseio destes dispositivos computacionais.

Levando em consideração todo este contexto de avanço tecnológico, da grande mobilidade das pessoas e da necessidade de informações a qualquer momento, o processo de ensino-aprendizagem por sua vez se torna obsoleto, pois ainda se pensa em regência de aulas e atividades de ensino na maioria das vezes sem levar em consideração o contexto atual de nossa sociedade. A partir deste momento alguns termos que antes eram poucos discutidos por pesquisadores e estudiosos da área começam a ser pautados em encontros nacionais e internacionais de educação, como por exemplo o termo Aprendizagem Ativa.

Segundo a Professora Liliam Silva, o método de regência de aulas expositivas no modelo presencial mostra-se a cada dia mais problemático, pois possuem como receptor alunos que estão altamente inseridos na cultura digital, sendo que estudos mostram que estes alunos não aprendem somente ouvindo passivamente o professor, mas sim buscando um processo de interação maior seja entre alunos ou com a participação do professor. Ainda voltando ao pensamento da professora Liliam Silva o termo "Aprendizagem Ativa" tem o significado de coisas diferentes para pessoas diferentes.

 A Aprendizagem Ativa é um recurso a ser utilizado tanto para o ensino na modalidade a distância, tanto no modelo presencial, sendo que tem sido aplicado com maior frequência na modalidade a distância, até mesmo por ter uma maior variedade de recursos. A Aprendizagem Ativa quando aplicada é dividade em duas modalidades:
  • Aprendizagem Cooperativa
  • Aprendizagem Colaborativa
A Aprendizagem Cooperativa são contituídas de técnicas que agrupam alunos em grupo, em que há a divisão de trabalhos e uns ajudam os outros em suas tarefas, sendo que esta iteração ocorre nos encontros presenciais dos grupos, fazendo com que há a geração de vários resultados parciais, os quais irão compor o resultado final. O fator fundamental nesta modalidade da Aprendizagem Aplicada é a construção de um conhecimento em conjunto utilizando a comunicação entre os alunos de forma planejada. Exemplos de aplicações são a construção de fóruns de discussão, a qual proporcionará uma maior e melhor interação entre os alunos.

A Aprendizagem Colaborativa também ocorre uma organização grupal, a qual tem o objetivo de estimular uma interdependência no trabalho, gerenciado pelo Professor ou Tutor. Nesta modalidade a figura do moderador(Professor ou Tutor) esta trabalhando conjuntamente com os alunos desenvolvendo um trabalho intelectual, projetando atribuições, pensares, escolhendo materiais de estudo e pesquisas e abrindo questões que devem ser aprofundadas pelo aluno. Exemplos de aplicações são estudos de casos, debates em equipes fazendo uso dos fóruns de discussão, relatórios que são criados coletivamente e avaliação em grupo.

Pode-se perceber que a utilização da Aprendizagem Ativa torna o ensino mais dinâmico, fazendo com que o aluno seja um componente ativo do processo de ensino-aprendizagem e não somente um componente passivo. Também nota-se que as aplicações que envolvem tanto a Aprendizagem Cooperativa, tanto a Aprendizagem Colaborativa há a possibilidade da utilização dos dispositivos computacionais principalmente os móveis, fazendo com que o aluno se sinta motivado e inserido neste processo de ensino. O objetivo sempre será de incentivar o aluno a pensar, dialogar, escrever, criticar e de expressar suas idéias seja de forma verbal ou escrita. No entanto vale ressaltar que todas estas ações apresentadas tem seus benefícios, mas que devem ser planejadas em seus cursos e que sejam pautas de capacitação para tutores e professores.

Para maiores informações acessem o link.

Obrigado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


terça-feira, 16 de junho de 2015

Linguagem de Programação da Apple: Swift

As tecnologias móveis a cada dia estão presentes de maneira contínua em provavelmente quase todas as atividades desenvolvidas por cada um de nós. Isto reflete drasticamente nas empresas fornecedoras destes produtos, bem como vem aumentando a necessidade da existência de profissionais qualificados que entendam o funcionamento destas tecnologias, bem como de profissionais que consigam desenvolver aplicações principalmente no quesito organizacional, as quais estarão alocadas nestes dispositivos móveis.

Uma das empresas fortes na área de Tecnologias Móveis é a famosa Apple, a qual tem movimentado este mercado a várias anos e sempre trazendo novas tecnologias e tendências para seus apaixonados usuários. Talvez por ter percebido a necessidade existente por diversas organizações, em desenvolver suas próprias aplicações, as quais possibilitariam um melhor acompanhamento do negócio pelos seus diretores e acionistas, a Apple tem trabalhado em um projeto de desenvolvimento de uma Linguagem de Programação, que será capaz de dar uma certa autonomia a estas organizações em desenvolver as suas próprias aplicações de acordo com suas necessidades. Mas fica de alerta a necessidade de capacitação para seus profissionais da área de Tecnologia da Informação.

Na abertura da conferência WWDC2014, a Apple anuncia o desenvolvimento deste projeto de desenvolvimento de uma Linguagem de Programação, a qual será suportada para iOS e OS X, que recebeu a nomenclatura Swift. Swift é uma linguagem de alto nível e será familiar aos desenvolvedores JavaScript, mas é compilada pela LLVM para produzir um código executável de alto desempenho para ambas as plataformas OSX e iOS.
 

O compilador LLVM fornece um conjunto abstrato de instruções, a qual poderá ser convertida em arquiteturas específicas. A apple neste projeto faz uso do Clang para a compilação de aplicações desenvolvidas em C e Objective-C, sendo ambos convertidos para instruçoes LLVM para depois gerarem um executável da plataforma específica.

O Swift possui um ambiente de teste de código no estilo REPL, que normalmente são utilizadas em linguagens interpretadas como JavaScript e Phyton, sendo fornecido um ciclo de leitura-avaliação-impressão para avaliação de expressões individuais ou instruções em linhas de comandos de fácil depuração.

A seguir é apresentado as principais características da linguagem de acordo com Alex Blewitt :

  • "O Swift usa a inferência de tipos para reduzir a quantidade de caracteres digitados pelos desenvolvedores. Tipos podem ser declarados explicitamente, e para tipos numéricos elementos de dimensões específicas como o UInt8 ou Int32 podem ser utilizados. Também é possível usar valores opcionais para tipos. Um valor opcional pode ser usado e referenciado com um ? ou !, dependendo se o tipo esperado existe. As coleções no Swift fornecem suporte literal para arrays (com [ ]) e dicionários/mapas (com [:]), e a tipos genéricos;
  • As funções são elementos de primeira classe na linguagem, e podem ser passadas como variáveis para outros elementos. Os argumentos podem ser nomeados explicitamente (para compatibilidade com nomes dos argumentos do Objective-C), ou passados de forma posicional. Os parâmetros podem ter valores padrões, permitindo a omissão de argumentos.
  • O Swift pode referenciar nativamente objetos Objective-C, tanto em bibliotecas padrões (como a UIKit ou Cocoa), como em tipos definidos pelos usuários. Classes podem ser criadas nativamente (e utilizadas pelo Objective-C); também se pode criar objetos Objective-C, o que é suportado pelo ARC. (A contagem de referência é gerenciada automaticamente pelo runtime; os usuários não precisam se preocupar em fazer o gerenciamento diretamente no Swift).
  • O Swift permite ainda múltiplos tipos de retorno através do uso de tuplas. Essas tuplas podem ser utilizadas através de semântica de correspondências (com o uso da instrução case), ou através da atribuição de variáveis."

A linguagem de programação Swift já se encontra na versão 2.0 e atualmente esta licenciada para código aberto de acordo com uma licença própria para o Swift.

Para maiores informações acesse o link.

Obrigado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 9 de junho de 2015

Eficácia de Cursos Online




Atualmente não é novidade para a comunidade acadêmica e civil a permanência em elevado grau da utilização do paradigma de Educação a Distância em vários nivéis da educação, desde cursos técnicos a pós-graduação e não se esquecendo das qualificações coordenadas por empresas aos seus funcionários.

Existe uma grande preocupação principalmente pela comunidade acadêmica, no que diz respeito a qualidade do processo de ensino aprendizagem dos cursos que são ofertados na modalidade de Educação a Distância, pois na maioria das vezes quase todo o esforço fica a cargo do próprio estudante. Neste sentido a concepção de Educação precisa estar clara para os gestores de educação, pois há a necessidade de formar uma equipe qualificada e se possível que tenha alguma experiência no processo de ensino em Educação a Distância.

Um determinado Curso Online deve-se obrigatoriamente passar por um processo de planejamento, pois tem-se alguns componentes que são indispensáveis e que diagnosticarão o sucesso ou fracasso de um Curso Online. Estes componentes são:
A heterogeneidade de discentes é percebida, pois como não há a necessidade do fator presencial portanto tem-se alunos que já tiveram experiência de cursos online até aqueles que nunca tiveram esta experiência e muito menos possui experiência com Tecnologias da Informação e Comunicação. Diante disto pode-se notar que este componente deve ser levado em consideração, com o propósito de tentar fazer com que o curso seja atrativo para o mais variado grupo de alunos, tanto no que diz respeito ao processo de ensino, tanto no ambiente a ser utilizado.

Hoje vive-se a era digital, também denominada a era da Tecnologia da Informação e Comunicação, onde percebe-se que em um período bastante curto há o surgimento de novas Tecnologias de Informação  e Comunicação, as quais tem a finalidade de facilitar determinado processo do dia a dia das pessoas. A partir disto pode-se afirmar com clareza que o principal componente para a eficácia de um Curso Online é a escolha de tais Tecnologias, pois estas terão o objetivo de atrair os discentes para a realização principalmente das atividades, bem como também tornar atrativas e de fácil utilização para os Tutores, os quais estarão em contato permanente com os discentes e também pelo fato de estas Tecnologias serem a ligação entre Tutores e Discentes.

Uma determinada organização seja educacional ou não, que se deseja trabalhar um Curso Online deve-se primeiramente recrutar profissionais qualificados em Tecnologia da Informação, que estão dispostos desde a Infra-Estrutura até a questão de Design dos Sistemas Virtuais de Aprendizagem e de materiais de ensino. Ainda tratando da eficácia de curso online deve-se gerenciar o design, pois este será a única visão e consequentemente gerará um sentimento favorável ou não pelo discente, o que estará favorecendo para a continuidade ou não do discente no curso, bem como na facilidade de executar as atividades pelo ambiente virtual. A professora Liliam Silva discute no artigo "Como Projetar um Curso Online?" a influência que o processo de design pode ter no processo de ensino aprendizagem em Cursos Online.

O processo de Ensino Aprendizagem esta presente tanto em cursos presenciais, tanto nos curso da modalidade de Educação a Distância, em que para os cursos online deve-se planejar em primeira instância os procedimentos de avaliação virtuais e o procedimento da avaliação presencial se houver. Para tanto há a necessidade de se compreender as Tecnologias da Informação e Comunicação adotadas, pois serão com uso e utilização de suas aplicações que serão desenvolvidas estas atividades, bem como a própria leitura textual, auditiva ou até mesmo a visualização de imagens. Lembrando sempre que o objetivo é tornar fácil e atrativa a execução dos cursos online para os discente, talvez seja o maior desafio para a equipe gestora em Educação a Distância.

Obrigado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 2 de junho de 2015

Redes de Computadores e Comunicação

Atualmente a sociedade esta inserida na chamada "Era Digital", podendo também ser denominada de Sociedade da Comunicação. Pode-se afirmar isto tomando como base o grande avanço da Internet tanto em sua infra-estrutura, tanto em suas aplicações. Um fator positivo para o avanço e popularidade da Sociedade da Comunicação esta ligada diretamente com as novas Tecnologias de Informação e Comunicação, as quais permitem a troca de informação sem se preocupar com tempo e lugar. Exemplos destas TIC's podem ser:
O avanço rápido e crescente destas Tecnologias da Informação e Comunicação possibilita cada vez mais que diversos equipamentos estejam conectados formando vários tipos de redes de comunicação, cujo o objetivo fundamental é permitir a troca de informação. Neste sentido por sua vez há a necessidade de profissionais que seja capaz de auxiliar os usuários de uma rede de comunicação, bem como na sua própria montagem e configuração.

O acesso a informação e aos diversos equipamentos de comunicação faz com que seja necessário que usuários tenham um mínimo de conhecimento possível, pois nem sempre será possível obter auxílio de um profissional qualificado principalmente no que se refere a Rede de Comunicação de Dados. Neste sentido pode-se entender melhor as Redes de Comunicação de Dados respondendo a seguinte questão: "O que é necessário para que uma comunicação possa ocorrer?"

Para que uma comunicação em qualquer Rede de Comunicação de Dados ocorrá é necessário que se tenha a presença de cinco componentes indispensáveis, sendo que a falta de um deles faz com que a comunicação não ocorrá. Os cinco componentes sao:
  • Transmissor  - Componentes responsáveis pelo envio das mensagens em uma comunicação;
  • Receptor - Componentes responsáveis pelo recebimento das mensagens em uma comunicação;
  • Mensagem - Conteúdo a ser enviado na comunicação, podendo ser texto, aúdio, video, imagem;
  • Meio de Transmissão - Representa o meio por onde Transmissor e Receptor são conectados pela Rede de Comunicação;
  • Protocolo - Representa uma convenção que permite aos computadores codificar e decodificar uma dada mensagem 



A comunicação entre dois dispositivos computacionais como os citados anteriormente pode ser realizadas de três formas conforme apresentado na figura abaixo:



A comunicação denominada de Simplex é realizada quando um dispositivo equipado apenas com um transmissor envia a mensagem para outro dispositivo equipado apenas com um receptor. Um exemplo desta comunicação são as rádios AM/FM que transmitem para o rádio de casa ou carro.

A comunicação half-duplex é realizada quando os equipamentos possuem tanto a capacidade de transmitir como de receber, mas só podem transmitir quando nenhum outro equipamento está enviando mensagens, ou seja, o equipamento, ou recebe ou transmite. Exemplos desta comunicação são os controles remotos, Monitor de Computador e etc.

A comunicação duplex ou full-duplex é realizada quando os equipamentos conseguem transmitir e receber ao mesmo tempo, não estando limitados por uma tarefa de cada vez. Um exemplo desta comunicação são as comunicações realizadas entre os dispositivos computacionais que compóe determinada Rede de Comunicação de Dados, como computadores, celulares, tablets, impressoras e etc.

Para mais informações a respeito de Comunicação e Redes de Comunicação de Dados acessem o link.

Abraço!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 

terça-feira, 19 de maio de 2015

Feedback Auditivo em Educação a Distância


O processo de Educação a Distância se caracteriza pelo fato da não necessidade da presença obrigatória tanto de alunos quanto de professores, pois garante a participação em cursos de Graduação, Pós-Graduação e Cursos Técnicos de pessoas que estão impossibilitadas de ter seu comparecimento presencial.

Durante o processo de ensino aprendizagem de uma determinada atividade, a qual esta pautada em uma disciplina e esta por sua vez pertence a um determinado curso, existe um momento bastante delicado denominado de retorno ou feedback dado pelo professor de uma atividade aplicada ou desenvolvida em sala de aula ou fora dela. Para a Educação a Distância muitas das vezes não ocorre este feedback pelo tutor e quando há é de maneira desestimulante onde o tutor se preocupa em afirmar o acerto ou o erro na atividade.

Pode-se dizer que o momento mais importante para um aluno seja da modalidade presencial ou na modalidade de Educação a Distância é o retorno pelo professor da atividade desenvolvida, pois o aluno percebe o nível de conhecimento adquirido e com certeza poderá se organizar com o objetivo de melhorar ainda mais este conhecimento. No entando para que se tenha êxito nesta proposta de feedback é necessário a atuação permanente do professor ou tutor, sendo que este precise entender e assumir o papel de disseminador de conhecimento e principalmente de estimulador para seus alunos.

O Feedback se diferencia quando se trata da modalidade de Educação a Distância, pois existe momentos que podem ser realizados na maneira presencial, mas em sua maioria ocorrem de maneira virtual através do Ambiente Virtual de Aprendizagem. O Feedback presencial ocorre normalmente no encontro de encerramento da disciplina, em que Coordenadores de Curso, Coordenadores de Pólo e Tutores Presenciais relatam os resultados e as expectativas no decorrer daquela disciplina, ouseja, é realizado um balanço geral deste período.

A outra forma de Feedback na Educação a Distância esta diretamente relacionado as atividades desenvolvidas pelo aluno durante a disciplina e que estão dispostas no Ambiente Virtual de Aprendizagem. A fim de proporcionar um melhor aprendizado para o aluno e principalmente agir na sua motivação discutisse a utilização do Feddback Auditivo juntamente com o Feedback escrito. De acordo com a Professora Liliam Silva o Feedback em Aúdio é uma ferramenta para se conectar com os alunos de maneira construtiva e significativa, pois o fornecimento de comentários para os alunos faz com que eles se envolvam continuamente, pois este Feedback se destina a ajudar os alunos a aprender com seus erros e assim fazer revisões significativas.

O Feddback Auditivo por sua vez possibilita que o aluno entenda com maior clareza determinados comentários escritos, isto é uma característica cognitiva presente em nosso cérebro, pois estamos mais receptivos para voz a leitura. Mas por outro lado este Feedback não tem a característica de abrir um diálogo entre tutores e alunos, neste caso será utilizado as conferências por aúdio o video. Com o Feedback Auditivo tem-se a impressão de que o tutor esta a sua frente, pois faz-se uso da voz, do tom de voz e de certa forma a palavra falada pode ser mais pessoal que a palavra escrita.

A seguir é listado algumas Tecnologias Auditivas que podem ser utilizadas tanto em ensinos na modalidade presencial quanto na modalidade de Educação a Distância:
Resultado de imagem para fone de ouvido - computador
A utilização do Feedback Auditivo é uma solução interessante principalmente no ensino de conteúdos complexos que exija um retorno mais eficaz das atividades, sendo utilizado juntamente com o Feddback escrito. Mas para realizá-lo deve ser primeiramente compreendido e comprometido com professores e tutores.

Para mais informações acessem o link.

Abraço!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!